A sua confirmação de presença é indispensável e deve ser realizada até o dia 25 de agosto

O peso da história.
A reverência do altar.
A excelência da recepção.

Para nós, cada escolha deste dia carrega um propósito. Não buscávamos apenas um local bonito, mas um cenário que refletisse visual e fisicamente o que o casamento significa para a nossa família: algo histórico, grandioso e feito para resistir ao tempo.

O Cenário:

Jaguara Velha

A Fazenda Jaguara Velha, localizada em Matozinhos, não é apenas um espaço de eventos; é um marco da história de Minas Gerais. Datada do início do século XVIII (1724), ela viveu o apogeu do ciclo do ouro e abrigou figuras centrais do período colonial.

O coração deste lugar, no entanto, encontra-se nas imponentes ruínas da antiga Igreja de Nossa Senhora da Jagoara. O projeto, encomendado e executado na década de 1780, leva a assinatura do mestre Aleijadinho. Onde muitos poderiam ver apenas ruínas de uma época que passou, nós vemos a mais pura expressão de resiliência. As paredes de pedra maciça, os arcos desenhados e as fundações centenárias permanecem de pé, inabaláveis contra as intempéries dos séculos. O nosso “sim” será dito diante deste altar a céu aberto, rodeado por paredes que a história não conseguiu derrubar.

O Sagrado:

A Aliança Cristã

Foi com essa mesma solidez em mente que caminhamos para o altar. Para nós, o casamento transcende o evento social; ele é a instituição mais séria, profunda e definitiva das nossas vidas.

Sob a ótica da nossa fé cristã, o matrimônio não é um contrato humano, mas uma aliança divina. É a primeira instituição criada por Deus, desenhada para ser o reflexo do amor entre Cristo e a Igreja. Casar é o ato racional e espiritual de deixar a casa dos pais para construir uma nova família, tornando-se uma só carne. Quando escolhemos nos unir, estamos a firmar o compromisso de edificar os nossos alicerces sobre a Rocha. Exige renúncia, trabalho, lealdade e uma fé inabalável. O momento da cerimônia será, portanto, de absoluta reverência e gravidade. É o instante em que o sagrado assume o centro e o nosso compromisso é selado para a eternidade.

A Recepção:

A Celebração da Conquista

Temos a convicção de que quem compreende o peso do sagrado e trabalha com retidão, tem o direito — e o dever — de celebrar a vida com vigor. Após a solenidade e o silêncio da cerimônia, a reverência dará lugar a uma recepção de altíssimo padrão.

Desenhamos uma noite onde a sofisticação e a intensidade se encontram, preparada ao detalhe para ser uma experiência sensorial impecável:

No dia 6 de setembro de 2026, a tradição ditará a elegância, a fé ditará o nosso futuro, e a nossa alegria ditará o ritmo de uma noite inesquecível.